Labels

Showing posts with label I. Show all posts
Showing posts with label I. Show all posts

Monday, April 1, 2024

IMACULADA (Immaculate) de Michael Mohan

A História: Cecilia é uma jovem noviça que vai para um convento no interior de Itália. Aí, apesar de ser imaculadamente virgem, fica grávida e todos acreditam que ela vai dar à luz ao novo Salvador.

O Elenco: Sydney Sweeney revela-se uma verdadeira “scream queen” e é com gozo que aceita os banhos de sangue de que é alvo, ao mesmo tempo que conquista a nossa simpatia.

O Filme: Adequado para a época festiva que atravessámos, é um bom exemplo de terror religioso, realizado com talento e graça (mas não é comédia) por Michael Mohan, que não foge do exagero do “gore” e que nos prende até ao inesquecível clímax.

Vale a Pena Ver? Imperdível para fãs do terror, é possível que seja muito forte para o restante público, mas recomendo!

Classificação: 7 (de 1 a 10)







Tuesday, March 12, 2024

AMIGO IMAGINÁRIO (Imaginary) de Jeff Wadlow

A História: Uma autora de contos infantis regressa à casa da sua infância na companhia do seu companheiro e das duas filhas deste. Aí acaba por descobrir que o amigo imaginário da filha mais nova é o mesmo que ela teve quando era miúda e que este é tudo menos amigável.

O Elenco: No papel principal, DeWanda Rose tem carisma para aguentar o filme, já Taegen Burns e Pyper Braun não me convenceram como as filhas. Mas gostei de ver Betty Buckley como a antiga ama, ela que já foi a professora de Carrie no original de Brian DePalma.

O Pior do Filme: O ursinho nunca é assustador

O Melhor do Filme: A cena de abertura é a única que funciona no campo do terror, mas sabe a pouco.

Veredicto Final: A ideia de existir um mundo onde os sonhos que criamos quando somos crianças se tornam realidade é boa e cheia de possibilidades, mas faltou imaginação aos responsáveis por este AMIGO IMAGINÁRIO. O filme arrasta-se sem interesse por quase duas horas (o filme parece mais longo do que aquilo que é), a acção custa a arrancar e o suspense é nulo. Duvido que este ursinho venha a ter uma sequela, mas tudo depende do dinheiro que fizer na bilheteira. Muito fraquito! Tenho saudades de um filme que me meta medo...

Classificação: 3 (de 1 a 10)




Monday, November 13, 2023

NÃO ABRAS (It Lives Inside) de Bishal Dutta

Uma jovem americana, de etnia indiana, vê-se na posse de um frasco onde, no seu interior, vive um demónio. Tenta aproximar-se da sua melhor amiga, a qual se havia afastado dela, para lhe pedir ajuda, mas esta não acredita nela e parte-lhe o frasco, com consequências terríveis para ambas.

Sempre tive um fraquinho por filmes com demónios, mas não quando estes povoam um filme onde o suspense e a atmosfera são iguais a zero. O presente filme tem dois grandes problemas. O primeiro é que se querem mostrar o demónio, convém que este não seja um CGI de segunda categoria. O segundo, convém que a protagonista consiga a nossa empatia, o que não acontece aqui com a arrogante e desinteressante Samidha.

O trailer prometia algo de intenso, envolvendo mitologia e crenças indianas, mas o resultado é muito fraco e, confesso, que ainda dei umas “cabeçadas” tentando manter-me acordado.

Classificação: 2 (de 1 a 10)





Sunday, September 17, 2023

INSIDIOUS: A PORTA VERMELHA (Insidious: The Red Door) de Patrick Wilson

Esquecidos dos acontecimentos dos dois primeiros filmes, pai e filho vão ter que recordar o seu doloroso passado a fim de enfrentarem os demónios do “The Further”.

O primeiro filme desta série é um dos melhores de terror das últimas décadas, um que literalmente me pôs os cabelos em pé e me causou deliciosos calafrios. Esta nova sequela (supostamente a última) fecha o capítulo da saga da família Lambert e fá-lo de forma calma, com algum indesejável humor, mas continuando a ser capaz de nos pregar uns valentes sustos e alguns calafrios. 

Agora também na cadeira de realizador, Patrick Wilson consegue captar a essência da série e o resultado é um bom filme do género. 

Classificação: 6 (de 1 a 10)




Saturday, September 16, 2023

O CONVITE (The Invitation) de Jessica M. Thompson

Se como eu gostam de filmes de terror, O CONVITE é uma boa incursão no género, onde finalmente os vampiros voltam a ser maus!

A história é simples, um vampiro (que é provavelmente o próprio Drácula em versão bonitão e limpinho) precisa de encontrar a sua terceira noiva e esta é uma jovem herdeira que nem sabe o que a espera. 

O elenco não é muito bom, mas a jovem Nathalie Emmanuel aguenta bem o filme, ganhando facilmente a nossa simpatia, perante o pretensiosismo pedante das restantes personagens. Bem, sempre tive um fraquinho por vampiros!

Classificação: 6 (de 1 a 10)





Wednesday, September 13, 2023

O HOMEM INVISÍVEL (The Invisible Man) de Leigh Whannell

Cecilia deixa o seu marido abusador e foge. Quando, mais tarde, este se suicida ele herda a sua fortuna, mas uma presença invisível começa a assombrar a sua vida, levando-a quase à loucura. Ela tem a certeza que é o marido, mas ninguém acredita nela.

Esqueçam o delicioso clássico dos anos 30, bem como a novela de H. G. Wells que lhe serviu de base; esta suposta nova versão é tudo menos isso. Ou seja, apenas mantém o título, tudo o resto é diferente. Nas mãos do realizador/argumentista Leigh Whannell, estamos perante um thriller tenso, repleto de surpresas, que nos mantém presos à cadeira até ao genial final.

Não é propriamente um filme de terror, mas tem ambiente e a ameaça é uma presença constante.  É de louvar a economia de meios da produção (excepção para a fabulosa, mas fria, casa de Cecilia), bem como a simplicidade e eficácia da realização de Whannell.

No papel de Cecilia, Elisabeth Moss é brilhante, de mulher frágil e aterrorizada, a louca e com tomates! Aconselho aos apreciadores de emoções fortes e não tenham medo do gore, é quase inexistente neste filme e não faz falta nenhuma. A não perder!

Classificação: 8 (de 1 a 10) 






A ILHA DA FANTASIA (Fantasy Island) de Jeff Wadlow

Um grupo de convidados chega a uma ilha, onde lhes foi prometido que todas as suas fantasias se vão realizar, mas os resultados não são o que eles esperavam.

Não me recordo de ver a série de televisão, mas tenho ideia que era tipo comédia e que entrava um anão. Aqui não temos anão e o grau de comédia é baixo. O realizador Jeff Wadlow optou por uma abordagem de filme de terror, mas infelizmente esta é muito pouco negra e por vezes ridícula; a seu favor tem o facto de não ser chato. O elenco também não ajuda, é tudo muito limpinho e arrumadinho. É uma pena, pois o tema “dava pano para mangas”. 

Classificação: 3 (de 1 a 10)



Sunday, September 30, 2018

GHOSTLAND – by Pascal Laugier

The Plot:Pauline and her two teenage daughters, Beth and Vera, move to their late aunt’s old house and once there are attacked by a couple of psychopaths. Years later, Beth, now a famous writer living in the city, receives a phone call from Vera where she asks her to return to the old house to help her.

The Movie:Pascal Laugier, the director of the unforgettable MARTYRS, returns to good form with this intense GHOSTLAND. It begins in a violent mode, in the middle there are a few surprises and ends in a suspenseful and even more violent mode. But all this violence works because Laugier invests in his characters and take us on their dark trip, keeping us on the edge of our seats for the entire ride.
There’s no doubt Laugier saw THE TEXAS CHAINSAW MASSACRE and plenty of haunted houses movies. In fact, the house of this movie is a strong character, with plenty of atmosphere and a dark personality. If, like me, dolls give you the chills, be prepared, because those have an important role in the movie. There’s also references to H. P. Lovecraft, but his spirit isn’t felt in the movie.
The last 30 minutes are pure hysterical horror and it’s easy to understand why the movie won the Grand Prize, the Audience Award and the Syfy Jury Prize at this year’s Gérardmer Film Festival.
For all this to work you need a good cast and Laugier was lucky in getting Emilia Jones and, specially, Taylor Hickson as the teenager daughters, plus Crystal Reed and Anastasia Philiips as both as adults. As her mother, Mylène Farmer also delivers a terrific performance. The bad couple are insanely played by Kevin Power and Rob Archer.
This one isn’t for the faint of heart! It’s a horror adult movie, without big special effects and jump scares, but with plenty of atmosphere, the right pace, interesting characters and no funny lines. It took me back to the horror movies of the 70s and I loved the trip! 
This movie is also known as INCIDENT IN A GHOSTLAND.

My Rate: 8 (from 1 to 10)


Thursday, June 14, 2018

A ILHA DO TERROR (Island of Terror) de Terence Fisher

Já aqui vos falei de A IMAGEM DO MEDO, pois este ILHA DO TERROR foi o segundo filme que vi nas sessões de meia-noite no extinto Cinema Lumiar e o foi também o meu primeiro filme com o Peter Cushing. Nas sessões que se seguiram vi O VAMPIRO NEGRO, A FÚRIA DO ASSASSINO, DRÁCULA - O PRÍNCIPE DAS TREVAS e A CAVERNA DO TERROR.

Na altura, só conhecia Peter Cushing pelo seu papel de Sherlock Holmes numa série de televisão, que passava na altura. Mas já sabia que ele era um veterano do cinema terror e ele foi a principal razão por que tinha que convencer os meus pais a irmos ver o filme. O realizador do filme era um tal de Terence Fisher, que mais tarde viria a descobrir que era um dos melhores realizadores do género.

Bem, o que se segue, é o que eu me lembro da história. Numa ilha, algo anda a matar pessoas sugando-lhes os ossos. Depressa descobrem que as mortes são obras de umas estranhas criaturas (silicates) e têm que descobrir uma forma de as destruir antes que elas matem toda gente. Se a minha memória não me falha, o clímax acontece dentro de um edifício (seria uma igreja?) onde as criaturas tentam entrar usando os seus tentáculos. Anos mais tarde, John Carpenter faria algo semelhante no final do seu NEVOEIRO. Ao consultar o IMDb, descobri que as criaturas tinham sido criadas por acidente durante uma experiência para uma cura de cancro, mas não me lembro nada disso (tinha 11 anos na altura, já lá vão 46 anos).

Houve duas coisas que ficaram até hoje gravadas na minha mente. O aspecto dos corpos sem ossos e a forma como as criaturas se reproduziam; era como se uma tartaruga se abrisse ao meio e lá de dentro saí uma espécie de esparguete. Hoje dá para rir, mas na altura era suficientemente eficaz. A verdade é que foi uma boa sessão de terror à meia-noite e recomendo o filme a todos os fãs do género.

Em inglês o filme também é conhecido por estes títulos: NIGHT OF THE SILICATES – THE NIGHT THE SILICATES CAME – THE CREEPERS – THE NIGHT THE CREATURES CAME.

I was 11 years old when I saw my first horror movie starring Peter Cushing. It happened in January 1976, on a midnight session at a movie theatre that no longer exists, the Cinema Lumiar in Lisbon.

At the time, I only knew Cushing for his work as Sherlock Holmes on a television series, but I knew he was a regular at horror movies and he was the main reason I had to convince my parents to take me to see this movie. The director was Terence Fisher, a horror veteran, but I didn’t know that yet.

This is what I remember from the plot. On an island, something is killing people by sucking the bones out of their bodies. Soon we found out that strange creatures, called silicates, where the responsible for the deaths and they had to find a way to destroy them before they kill everybody. If my memory is correct, the climax happens inside some sort of building where the silicates try to get inside by using their tentacles. Years later, John Carpenter would do something similar in the church scene at the end of his THE FOG. By reading the plot at IMDb, I discovered that the creatures were the accidental result of a possible cure for cancer experiment, but I confess I don’t remember anything about that.

There are two things they stayed in my mind forever. The aspect of the bodies devoid of bones and the way the silicates multiply; it was like a strange turtle splitting in half and a large amount of spaghetti. Today this makes me smile, but at the time the movie was quite effective. I had a great time seeing it and I recommend it to fans of the genre.

This movie is also known as NIGHT OF THE SILICATES – THE NIGHT THE SILICATES CAME – THE CREEPERS – THE NIGHT THE CREATURES CAME.







Saturday, January 13, 2018

INSIDIOUS: A ÚLTIMA CHAVE (Insidious: The Last Key) de Adam Robitel

A História: A fim de ajudar um homem a livrar-se de uma assombração, Elise Rainier, a médium dos filmes anteriores, regressa à casa da sua família onde é obrigada a enfrentar os demónios da sua infância/adolescência, nomeadamente o terrível demónio das chaves.

O Filme: Será este o último filme desta série? Como sabemos, tudo vai depender dos resultados de bilheteira, mas por mim podem ficar por aqui. O primeiro título da série é um dos melhores e mais arrepiantes filmes do género que vi nos últimos anos, diria mesmo de sempre, mas nenhum dos capítulos que se seguiram está ao seu nível.
Em relação ao presente filme, é uma pena que o sinistro demónio das chaves não seja mais bem explorado, bem como as consequências dos seus dedos-chave (adorei o facto de ele poder trancar as cordas vocais das suas vítimas). Gostei muito do twist com um dos fantasmas que assombrou Elise na sua adolescência. O resto é mais do mesmo e a suposta presença humorística de Specs e Tucker, os ajudantes de Elie, não só não resulta, como corta o ambiente que se tenta criar.
Claro que há alguns calafrios para nos manter atentos e, mais uma vez, Lin Shaye é credível como Elise; o mesmo já não posso dizer das bonitinhas Caitlin Gerard e Spencer Locke como as suas sobrinhas.
Apesar dos defeitos, o realizador Adam Robitel consegue manter o interesse e o filme nunca é aborrecido, mas tinha gostado que fosse mais sério e que provocasse mais arrepios.

Classificação: 5 (de 1 a 10)